8 Dicas para escolher a melhor assessoria de eventos

8 Dicas para escolher a melhor assessoria de eventos

🕐 Tempo de leitura: 4 minutos

Realizar uma excelente recepção de casamento ou aniversário é o sonho de todos os clientes que buscam uma empresa do ramo. O comprometimento e profissionalismo que ela irá promover, é a parte mais importante no trabalho da assessoria. Entretanto, com um mercado cada vez mais competitivo, é comum nos depararmos com decepções ou com empresas fechando antes de um ano, por não saberem lidar direito com as celebrações.

8 dicas para escolher a melhor assessoria de eventos

A assessoria de eventos é um serviço primordial para grandes celebrações. Uma festa de 15 anos e uma cerimônia de casamento demanda muitos detalhes logísticos e financeiros que o próprio cliente pode não conseguir lidar. Sendo assim, em vez de quebrar a cabeça procurando por fornecedores que pareçam confiáveis e, por vezes, gastando até mais, a contratação desse tipo de serviço se torna indispensável.

Muito além de já obter o contato com bons fornecedores, esse profissional também consegue identificar as dores desse cliente e trazer boas sugestões de ornamentações para as festas, construindo um planejamento diretamente com esse cliente e elaborando a melhor celebração. A escolha da assessoria também não é fácil, afinal, nem todo casal é o mesmo, tampouco a adolescente que fará 15 anos.

Desta forma, é importante saber algumas dicas para que essa relação seja altamente saudável e tenha o resultado esperado. Confira algumas delas.

1. Comprometimento

Grande parte do sucesso de uma assessoria de eventos vem do feedback positivo dos clientes e do portfólio que a mesma pode te apresentar. A partir desses comentários e dos registros das celebrações anteriores, é possível enxergar se a empresa realmente se compromete com o cliente desde o primeiro contato.

Por falar em primeiro contato, esse encontro deve te passar bastante confiança e entendimento pelo o que você procura, afinal, realizar uma grande celebração é um investimento importante.

2. Responsabilidade

Uma grande festa não se faz da noite para o dia, sendo assim, é necessário que a assessoria faça a coordenação de um cronograma junto com o cliente para a entrega de materiais e demais artefatos em tempo para o grande dia. Por ser o ponto intermediário entre os fornecedores da festa, a empresa precisa agir com bastante responsabilidade quanto as contratações feitas, sem deixar passar nenhum detalhe que possa vir a comprometer o evento.

3. Agilidade e logística

Algumas comemorações surgem como verdadeiros desafios para a assessoria de eventos, o que coloca esses profissionais à prova para saber se conseguirão mediar possíveis problemas e imprevistos que surgem a todo o momento. É importante que o cliente analise a postura da empresa diante a esse cenário, afinal, já pensou se em uma festa de casamento o bolo acaba atrasando?

Esse tipo de imprevisto também impacta a logística do evento, portanto, uma boa empresa para assessoria é aquela que consegue priorizar a infraestrutura e localização do espaço, oferecendo uma equipe treinada para melhor atender todos os convidados e ainda tornar o processo de montagem e desmontagem ágil.

4. Orçamento

Sabemos que comemorar um grande evento é um investimento alto, mas é importante se informar sobre os valores médios do mercado antes de fechar negócio. Esse cuidado evita que você acabe gastando mais sem motivos ou de menos e acabe se frustrando com profissionais desqualificados.

5. Criatividade

Trabalhar com eventos, é trabalhar com criatividade para poder alcançar cada vez mais diferentes clientes satisfeitos, e esse é um pré-requisito que o cliente precisa observar antes da contratação. Caso a empresa que você deseja contratar só entrega festas muito padronizadas, talvez não seja o caso para explorá-la. Durante a primeira reunião também é importante ouvir o que esse profissional propõe, se não estiver do agrado, você vai poupar uma grana e terá a opção de escolher outros lugares.

6. Segurança

Outro ponto importante ao contratar uma assessoria de eventos é saber se ela está ciente das melhores práticas de segurança para eventos. É importante que a sua festa conte com uma prevenção a acidentes ou situações inesperadas, tendo planos de evacuação e de preservação à integridade de todos os convidados presentes.

7. Tipos de festas

Nem toda assessoria de eventos consegue realizar qualquer tipo de festa. Com isso, é importante decidir por quem mais entende do segmento que será voltado a sua comemoração, assessorias de festas infantis por exemplo pode diferir bastante daquelas especializadas em festas de 15 anos, portanto, filtre bem sua pesquisa e opte por empresas específicas.

8. Ética e transparência

Por fim, mas não menos importante, a empresa escolhida por você precisa ter ética e transparência nos valores tanto comerciais, como morais, ou seja, suspeite de cobranças indevidas ou taxas abusivas durante o planejamento do evento e que não foram acordadas anteriormente em contrato, é importante que você e o profissional possam formalizar uma parceria com bastante sucesso e colham os resultados disso antes, durante e depois da celebração. Afinal, você poderá indicar ou até mesmo contar com essa mesma empresa futuramente.

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9 curiosidades sobre as patinhas de cachorro

9 curiosidades sobre as patinhas de cachorro

🕐 Tempo de leitura: 4 minutos

Não é só pela obediência que o famoso truque canino de dar a pata é tão amado. As patinhas de cachorro são realmente impressionantes. Por isso, muitos tutores não resistem a observá-las, segurá-las e até dar uma fungadinha nelas de vez em quando. 

Já que elas são tão fascinantes, por que não saber um pouco mais sobre esses membros? O bom é que, de quebra, ainda ensinamos alguns cuidados para manter as patinhas dos cachorros sempre saudáveis e funcionais. A seguir, confira nove curiosidades sobre elas!

1. Elas são antitérmicas

O objetivo das almofadinhas (ou coxins, termo técnico) não é nos matar de fofura. Além de dar apoio ao corpo — mais ou menos como a palma das nossas mãos e a planta dos pés — elas são mais resistentes a baixas temperaturas. 

Conforme explica a médica-veterinária da Petz, Dra. Tuany Fialho, “elas possuem uma pele mais espessa, composta por uma quantidade maior de queratina e gordura que o normal”. Por isso, muitos cães podem andar na neve!

2. As patinhas precisam de hidratação

Mesmo respeitando os horários de passeio, muitos tutores observam a almofada da pata do cachorro descascando, ficando mais secas e até com aspecto esbranquiçado. Embora os coxins existam justamente para suportar diferentes temperaturas, eles também passam por um processo de ressecamento. 

Até porque, hoje em dia, é mais comum que os cães andem sobre um solo áspero e quente, como o asfalto, do que em gramados e terra. Para assegurar mais conforto ao seu filho de quatro patas, aposte nos hidratantes de coxins! Os cuidados com a pata de cachorro podem fazer toda a diferença na rotina do bichinho.

3. Elas podem sofrer com queimaduras

A camada de gordura presente nas almofadas das patinhas de cachorro também permite que eles resistam melhor ao solo quente. Mas isso não significa que você possa deixar o pet caminhar no asfalto sob o sol do meio-dia.

Apesar de mais grossa, a pele dos coxins também está sujeita a sofrer queimaduras com bolhas e até feridas. Quando estão machucadas, elas causam muita dor e dificultam a locomoção do cachorro. Sendo assim, para evitar problemas, passeie com seu amigo sempre antes das 10h e depois das 16h.

4. Os cachorros suam por meio delas

Muitas pessoas não sabem, mas as patinhas de cachorro possuem glândulas de suor, então os cães suam por meio delas. “Elas podem ser uma forma de equilíbrio da temperatura do corpo, dependendo do clima do ambiente, ajudando o organismo a estabilizar-se”, explica a Dra. Tuany. 

No entanto, esse não é o principal método de resfriamento do organismo dos cachorros. Esse papel é desempenhado pela língua e pela boca, quando o pet começa a arfar com a língua de fora e entra em contato com o ar mais fresco.

5. Cachorro com chulé?

Aquele cheirinho que muitos tutores sentem nas patinhas dos cachorros pode ser chulé. “Dependendo do equilíbrio de temperatura corporal, a região entre os coxins pode ficar úmida, gerando aumento na proliferação de micro-organismos e, consequentemente, odor mais perceptível”, esclarece a veterinária. 

Para evitar ter um cachorro com chulé ao seu lado, nada de bicarbonato de sódio ou receitas caseiras. “A higiene diária e adequada tanto dos coxins quanto entre os dedinhos ajuda a controlar o odor”, diz a Dra. Tuany. Por isso, procure limpá-los após os passeios e aposte no uso de hidratantes específicos para pets, que ajudam a remover a pele morta. 

6. Cães também têm dedos (e até um princípio de dedão)

Você já se perguntou qual é o nome das estruturas nas quais nascem as unhas dos cães? Elas são chamadas de falanges dos dedos, em linguagem popular. Em geral, os cachorros têm cinco dedos em cada pata dianteira e quatro dedos em cada pata traseira. Alguns pets também possuem o quinto dedo atrás. 

“Apesar de os cães não poderem articular os dedos como nós, eles são de extrema importância, pois sustentam o peso do pet e fornecem equilíbrio durante a locomoção”, explica a Dra. Tuany. O quinto dedo é chamado de ergô e, embora não seja tão importante para o equilíbrio, é usado para segurar melhor os brinquedos.

7. Eles andam na ponta dos dedos

Exceto quando estamos focados em não fazer muito barulho por algum motivo, apoiamos nosso peso no calcanhar quando andamos. Mas será que os cachorros caminham da mesma forma?

Os cães são animais digitígrados (que andam sobre os dedos). Boa parte dos mamíferos é digitígrada, mas, além dos seres humanos, existem outras espécies plantígradas (que se apoiam nos calcanhares), como ursos, coelhos e cangurus. 

8. As patinhas podem ajudar a identificar o estresse

Cachorros estressados, entediados ou ansiosos tendem a desenvolver certos comportamentos, como a lambedura excessiva da patinha. Fique atento, pois, além do estresse já trazer prejuízos para a saúde do seu amigo, o hábito de lamber repetidamente as patas pode causar feridas. 

Portanto, se observar seu cachorro lambendo a pata, procure identificar a causa, aumentar o número de passeios e caprichar tanto nas brincadeiras quanto no enriquecimento ambiental. 

9. Existem diferentes tipos de patinhas de cachorro

Quem já conviveu com pets de diferentes raças deve ter percebido que as patinhas de cachorro não são todas iguais: as diferenças vão muito além de largura e comprimento! Isso porque cada raça foi desenvolvida para adaptar-se melhor a determinada função e ambiente. 

Entre os exemplos de tipos de patas de cachorro, estão as palmadas (pés de pato), presentes em cães nadadores, como o Cão D’água Português e o Newfoundland. Já os peludos de corrida, como o Whippet e o Galgo, têm patas parecidas com as de coelho, com os dois dedos centrais mais compridos.

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Diferença entre psicólogo e psiquiatra

Diferença entre psicólogo e psiquiatra

🕐 Tempo de leitura: 3 minutos

Entender melhor as áreas de atuação de cada profissional pode ajudar na hora de procurar o tratamento adequado

A diferença entre o psicólogo e o psiquiatra

A principal diferença — e a mais óbvia — entre essas duas profissões é a formação acadêmica. O psicólogo precisa completar o curso de Psicologia, que em média dura cinco anos. Já o psiquiatra se forma em Medicina (em cerca de seis anos) e depois fez uma residência ou especialização em Psiquiatria, o que pode levar três anos.

Forma de atuação do psiquiatra

Por ser uma especialidade da medicina, a psiquiatria se concentra em prevenção, atendimento, diagnóstico, tratamento e reabilitação das diversas formas de sofrimento mental. Essas condições geralmente apresentam manifestações psicológicas severas, motivos pelos quais o profissional pode recorrer ao uso de medicamentos — o que não é uma regra.

O psicólogo estuda os fenômenos psíquicos e de comportamento de seus pacientes pela análise de atitudes, ideias, emoções e sentimentos. Ao avaliar esses aspectos, o profissional ajuda o paciente a identificar as causas de suas questões e rever os comportamentos que estejam causando algum tipo de malefício.

O que o psiquiatra faz?

  • Pode fazer: diagnosticar doenças psiquiátricas, tratar, curar, promover qualidade de vida e prescrever medicação.
  • Não pode fazer: deixar de ouvir o paciente e de auxiliar no tratamento de suas doenças psiquiátricas.

O que o psicólogo faz?

  • Pode fazer: tratar, curar e promover a melhoria do paciente, fazendo-o refletir sobre as suas emoções e o seu comportamento.
  • Não pode fazer: diagnosticar doenças psiquiátricas e prescrever medicação.

Área de atuação do psicólogo e do psiquiatra

O psiquiatra geralmente trabalha em hospitais gerais e psiquiátricos, mas pode atender em consultórios. O psicólogo, por outro lado, tem uma gama maior na área de atendimento, podendo atuar em consultórios, hospitais, escolas e instituições de saúde variadas.

Quando procurar um psicólogo ou um psiquiatra?

É importante destacar que a psicologia não trata apenas e necessariamente transtornos psiquiátricos. Esse profissional também ajuda pessoas que estão passando por uma fase difícil na vida ou que estão buscando algum tipo de orientação emocional, pessoal, profissional ou social. Luto, problemas na família ou no emprego, separação e outras dificuldades são indicativos para um tratamento com um psicólogo.

Esse profissional também pode ajudar no tratamento de quadros psiquiátricos. É nesse momento que o trabalho em conjunto com o psiquiatra se faz necessário, e os dois precisam atuar para oferecer tratamento, cura (quando há) e prevenção para a doença.

Se o paciente está se sentindo mais ansioso que o normal, enfrentando medos crescentes e com sintomas físicos por causa de ansiedade, estresse ou depressão, pode ser um forte indicativo para a procura de um psiquiatra. Se não há prazer para fazer as coisas, muita tristeza e desânimo, é provável que a pessoa esteja em um quadro psiquiátrico, que precisa ser avaliado e diagnosticado por um profissional da área, que fará o encaminhamento para um psicólogo.

No fim das contas, psicólogo e psiquiatra trabalham juntos no desenvolvimento e na recuperação do ser humano. São atuações complementares e que muitas vezes precisam uma da outra para que os resultados desejados sejam atingidos. Um profissional capacitado saberá dizer se há indicativo para tratamento com psicólogo ou com psiquiatra, mas o importante é sempre buscar ajuda.

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5 recomendações para escolher um bom personal trainer

5 recomendações para escolher um bom personal trainer

🕐 Tempo de leitura: 3 minutos

Quem precisa de mais disciplina para mudança do estilo de vida, adquirir hábitos saudáveis e investir em uma rotina de exercícios eficientes, deve contratar um Personal Trainer como seu assessor. Vale lembrar que contratar um personal trainer é tão importante quanto escolher um médico ou dentista.

Se você está disposto a ter ajuda profissional para trabalhar o corpo e a mente é porque já entendeu os diversos benefícios de contar com um personal ao seu lado. 

O que você deve levar em conta para escolher um bom personal trainer? Apresentamos neste post os principais fatores que poderão influenciar sua escolha, para ajudar você a contar com um profissional realmente preparado para cuidar da sua saúde.

 Acompanhe as nossas dicas!

1. Procure um personal trainer formado em Educação Física

O Personal Trainer obrigatoriamente tem que ser graduado em Educação Física. Para exercer a profissão é melhor ainda que ele seja especializado. Ex-atletas ou pessoas que praticam exercícios constantemente não são as mais indicadas para prescreverem um programa de exercícios físicos com segurança.

O profissional formado é aquele que está habilitado e tem os conhecimentos necessários para exercer a profissão, de maneira a evitar possíveis lesões e erros no seu processo individual de exercícios. Pode ser muito perigoso acabar em mãos de pessoas despreparadas.

2. Analise o currículo do profissional

Ao escolher o profissional de Educação Física para ser o seu personal trainer, é interessante consultar o currículo dele. Primeiramente saber se este tem o devido registro no Conselho Regional de Educação Física – CREF de sua região, consultando o site correspondente.

E posteriormente saber os locais onde ele já trabalhou e suas experiências atuando como personal trainer. Informe-se se ele está envolvido com estudo e atualização profissional constante, de preferência com especializações e cursos de capacitação.

Alguns profissionais podem ter diversas parcerias com nutricionistas, coachings, psicólogos e médicos visando um trabalho mais completo. Esse nível de cuidado vai lhe trazer mais segurança e certeza na sua seleção, sobretudo se você prefere ter ao seu lado um profissional mais experiente no ramo e que seja especialista.

3. Onde encontrar esse profissional

Há diversas maneiras de encontrar profissionais que atuem como Personal Trainer. Listamos algumas para orientar.

Site da Sociedade Brasileira de Personal Trainer (SBPT) — lá você encontra informações atualizadas sobre os bairros onde eles atuam, currículos e outras informações importantes. Há alguns sites disponíveis no Google onde poderá encontrar esses profissionais.

A indicação de alguém próximo poderá ser uma boa maneira, mas nem sempre é a melhor opção, pois existem diferentes profissionais no mercado que se encaixam com os objetivos e necessidades de cada pessoa.

4. Faça uma aula teste

Uma aula teste consiste em uma das etapas mais relevantes na hora de escolher um profissional para auxiliá-lo em seus exercícios. É nesse momento que você poderá conhecer a metodologia do personal, seu estilo de aula, sua comunicação, sua aparência, entre outros aspectos.

Lembre-se de que o personal trainer atuará próximo a você. Portanto, a convivência precisa ser agradável. A empatia e o respeito devem existir, além de gostar do tipo de aula que ele ministra.

Por isso fazer um teste pode ser tão conveniente. Mostrar bom conhecimento teórico nem sempre significa excelência no conhecimento prático, esse profissional tem que reunir muito mais habilidades importantes nesse relacionamento.

5. Avaliações completas e constantes

É muito importante consultar um médico antes de iniciar qualquer tipo de atividade física. Esse é um ponto importante que todo personal trainer deve exigir antes de atuar, pois o personal trainer também é um profissional da área da saúde. A segurança deve ser total para ambos.

A partir disso, você deverá ser avaliado pelo personal trainer no início do projeto, de forma sistêmica. Incluindo uma avaliação de mente e corpo, a fim de colher o máximo de informações relevantes para prescrever com eficiência e segurança uma mudança no estilo de vida.

As avaliações e check-up de saúde devem acontecer periodicamente para que juntos acompanhem os resultados obtidos.

Saiba que um personal trainer bem qualificado pode garantir benefícios que mudarão a sua vida positivamente. Por isso, é essencial ficar atento a todos esses pontos na hora de escolher o profissional, a fim de que sua rotina de exercícios seja cumprida com seriedade e alta qualidade.

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Como montar um projeto de paisagismo, veja dicas!

Como montar um projeto de paisagismo, veja dicas!

🕐 Tempo de leitura: 4 minutos

Só quem é paisagista ou se interessa pela área conhece bem os desafios da profissão.

Infelizmente, muitas pessoas acham que trata-se apenas de escolher plantas e vasos, mas vai muito além disso.

São necessários muitos anos de estudo, pesquisa e acompanhamento de novidades e tendências para criar lindos projetos.

Dentro desse grupo de apaixonados pela profissão, existem pessoas que têm dúvida sobre como cobrar um projeto de paisagismo e até mesmo quais são as etapas do processo.

O que é um projeto de paisagismo?

Paisagismo é a técnica de projetar, planejar, fazer a gestão e a preservação de espaços livres, sendo eles públicos ou privados, urbanos e não-urbanos.

Essa área é relacionada diretamente com a arquitetura e o urbanismo e tem como objetivo organizar a paisagem.

Existem vários tipos de projetos de paisagismo, que podemos dividir em grupos:

  • Paisagismo residencial
  • Paisagismo em edifícios privados
  • Paisagismo em edifícios públicos
  • Paisagismo em espaços públicos

É muito comum que as pessoas confundam um projeto de paisagismo com jardinagem. Para acabar de vez com essa confusão, vamos explicar rapidamente a diferença.

Na jardinagem, o objetivo principal é a criação de jardins e a distribuição de vegetais e plantas pelo espaço.

Já em um projeto de paisagismo, a preocupação vai além da estética.

O paisagista procura criar espaços funcionais e úteis levando em conta as questões geográficas, hidrográficas, bióticas e humanas.

Mas, afinal, como montar um projeto de paisagismo?

Como montar um projeto de paisagismo: 4 etapas essenciais!

1- Análise das necessidades do cliente

A primeira etapa do projeto consiste em entender quais são as necessidades do cliente.

Como já citamos no texto, é muito comum que as pessoas confundam paisagismo com jardinagem, o que pode dificultar um pouco a comunicação.

O profissional precisa ter paciência e jogo de cintura para explicar o que o cliente pode esperar do projeto e como ele deve contribuir nesse processo.

Uma dica é pedir referências do que ele gosta e ir explicando com esses exemplos tudo o que pode ser feito ou não.

2- Levantamento do local

Após reunir as necessidades do cliente, é hora de fazer uma análise do local. Vários fatores devem ser levados em conta, a começar pela quantidade de massas.

Trata-se da presença de volumes, que podem ser naturais, como árvores ou rios, ou edificados, como casas, edifícios, muros, etc.

Nesse momento, o paisagista começa a analisar quais desses elementos poderão ser mantidos no projeto de paisagismo e quais deverão ser retirados.

Outro ponto de destaque é a análise das sombras. De acordo com a quantidade de massas e o tamanho delas, o local pode ter mais ou menos sombras,

Por exemplo: caso o terreno tenha muitas edificações ou muros, é necessário escolher plantas que não necessitem de muita luz solar.

Além disso, identificar a posição da sombra e do sol ajuda na hora de definir onde serão incluídos os móveis, espaços de lazer e piscinas. Por isso, todo projeto de paisagismo deve ter a indicação do norte, para que seja possível ver onde está o sol nascente e o sol poente.

Nessa etapa, o paisagista também pode analisar qual será a necessidade de incluir equipamentos de iluminação, irrigação e possíveis adaptações na estrutura do local.

3- Anteprojeto

No anteprojeto, o paisagista vai reunir todas as informações levantadas até aqui e começar a criação das plantas.

É nesse momento que você vai usar toda a sua criatividade e conhecimento para propor as melhores soluções. Explore as possibilidades de cores, formas, volumes e composições dos vegetais, sempre respeitando o gosto do cliente.

Além de escolher a melhor vegetação, o paisagista também pode sugerir a inclusão de mobiliário ou outros elementos como fontes, pérgolas, redários e cascatas.

Vale destacar que algumas vegetações incluídas no projeto vão crescer ao longo do tempo e ocupar mais espaço no local.

Por isso, o profissional deve trabalhar baseado nessas projeções.

Tudo deve ser reunido em plantas baixas feitas em softwares de paisagismo ou programas de arquitetura, como o AutoCad, Revit, SketchUp e Vray.

Após finalizar o anteprojeto, o paisagista explica para o cliente quais foram suas ideias, escolha de vegetação, materiais e outros pontos importantes.

É aí que o contratante pode sugerir as modificações necessárias para que o profissional inicie o projeto executivo.

Além da vegetação natural, existem várias plantas artificiais que podem trazer um ótimo resultado. Ainda tem dúvidas sobre elas? Temos um post especial pra você: Quebre o preconceito com plantas artificiais na decoração! Elas estão mais reais do que você imagina

4 – Projeto Executivo

 Nessa etapa, o paisagista aprofunda o projeto definindo aspectos mais técnicos.

O tamanho da cova para cada vegetação, a quantidade de adubo e os cuidados com o solo são alguns exemplos do que deve ser definido no projeto executivo.

É aqui também que entra o trabalho de outros profissionais, como Light Designer. É ele o responsável pelo projeto luminotécnico do local.

Após a finalização do projeto executivo, é hora de começar as intervenções no ambiente.

Como cobrar um projeto de paisagismo?

Quando falamos sobre como montar um projeto de paisagismo, sempre surge aquela dúvida: afinal, como cobrar?

Esse assunto é muito polêmico e cada profissional pode ter sua própria forma de trabalho. O mais comum é que se cobre por m², mas essa pode ser uma verdadeira cilada.

Por quê? Imagine a seguinte situação: o cliente quer fazer um jardim de inverno. Mesmo que o espaço seja reduzido, ele pode envolver uma série de intervenções como uma fonte, um painel verde, um espelho d’água, entre outros.

Ou seja: você pode cobrar pouco por um trabalho que vai exigir muito.

Diante desse contexto, a melhor forma de cobrança é por horas trabalhadas.

Esse método funciona bem porque está ligado à complexidade do serviço, o que determina um valor justo para você e o cliente.

Gostou? Lembre-se que aqui na Helie você pode cadastrar ou solicitar serviço de Paisagismo.

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